sábado, 16 de novembro de 2013

3ª Atividade

Brasil Com P

Gog

Pesquisa publicada prova
Preferencialmente preto
Pobre prostituta pra polícia prender
Pare pense por quê?
Prossigo
Pelas periferias praticam perversidades parceiros
Pm's
Pelos palanques políticos prometem prometem
Pura palhaçada
Proveito próprio
Praias programas piscinas palmas
Pra periferia
Pânico pólvora pa pa pa
Primeira página
Preço pago
Pescoço peitos pulmões perfurados
Parece pouco
Pedro Paulo
Profissão pedreiro
Passatempo predileto, pandeiro
Pandeiro parceiro
Preso portando pó passou pelos piores pesadelos
Presídio porões problemas pessoais
Psicológicos perdeu parceiros passado presente
Pais parentes principais pertences
Pc
Político privilegiado preso
parecia piada
Pagou propina pro plantão policial
Passou pelo porta principal
Posso parecer psicopata
Pivô pra perseguição
Prevejo populares portando pistolas
Pronunciando palavrões
Promotores públicos pedindo prisões
Pecado!
Pena prisão perpétua
Palavras pronunciadas
Pelo poeta Periferia
Pelo presente pronunciamento pedimos punição para peixes pequenos poderosos
pesos pesados
Pedimos principalmente paixão pela pátria prostituída pelos portugueses
Prevenimos!
Posição parcial poderá provocar
protesto paralisações piquetes
pressão popular
Preocupados?
Promovemos passeatas pacificas
Palestra panfletamos
Passamos perseguições
Perigos por praças palcos
Protestávamos por que privatizaram portos pedágios
Proibido!
Policiais petulantes pressionavam
Pancadas pauladas pontapés
Pangarés pisoteando postulavam premios
Pura pilantragem !
Padres pastores promoveram procissões pedindo piedade paciência Pra população
Parábolas profecias prometiam pétalas paraíso
Predominou o predador
Paramos pensamos profundamente
Por que pobre pesa plástico papel papelão pelo pingado pela passagem pelo pão?
Por que proliferam pragas pelo pais?
Por que presidente por que?
Predominou o predador
Por que? 

Indignação


Todos os dias os bons sentiram

Nessa cidade de hipócritas

Até pesar no coração

A mais profunda raiva

Parecida com ingratidão

Ingratidão a um povo

Que tudo constrói com a mão

nas fábricas, lojas, construção

Pro povo:

morro, violência, palavrão
 
Pra elite:

luxo, grana, ilusão

Indignação


2ª Atividade

                 
                               

                                   Galinha ao molho pardo


    Era manhã de sol, o dia começa cedo como sempre, chego no serviço e já vou logo pegando no batente, faço faxina, lavo, passo, cozinho, ainda tenho de tratar do papagaio tagarela de Fernando. Ah Fernando, oh menino levado, aprontou outra vez, mas acabou salvando meu almoço desta vez!
    Domingo, o patrão ia receber uma visita importante pro almoço, logo pensei, vou fazer galinha ao molho pardo, minha especialidade, fui no mercado um dia antes, comprei todos os ingrediente, inclusive a galinha, e deixei ela la, quando cheguei no outro dia não é que a galinha tinha sumido, bem que eu desconfiei daquele muleque, o papagaio aprontava uma gritaria no quintal, dizendo "pega ladão" e "na bacia", demorei a entender, mas o menino Fernando tanto insistiu que conseguiu me convencer de que a galinha tinha sumido sozinha do quintal, até que desisti da galinha e acabei fazendo um delicioso macarrão.
    Depois do almoço, veio o Doutor Junqueira, lambendo os beiços, elogiando meu macarrão e confessou não gostar de galinha muito menos ao molho pardo, o menino Fernando me contou depois na cozinha que a galinha estava o tempo no quintal em baixo da bacia, o pestinha tinha elaborado um super plano para salvar a vida da galinha, e já tinha até colocado o nome da coitadinha de Fernanda, vé se pode? Agora a galinha ta la, virou bixo de estimação da família, mas comigo não, eu ainda cozinho aquela galinha.

1º Atividade


                                                                 

                                      Vila da Igualdade

    Numa época remota em um antigo vilarejo vivia uma simpática comunidade chamada Vila da Igualdade. Seus princípios básicos eram igualdade respeitando as diferenças, liberdade de praticar sempre o bem e solidariedades uns com os outros. As pessoas eram felizes, se respeitavam, se saudavam, se ajudavam, como uma grande família. Todos trabalhavam pelo bem-estar do coletivo, o valor do trabalho não tinha preço, exerciam seu oficio com muito amor e dedicação, de acordo com capacidade e aptidão de cada um.
    O contato estreito com a natureza, passado de pai para filho, os consagrou com a mais bela sabedoria popular, lá eles plantavam, colhiam, construíam casas de adobe, sempre respeitando o espaço natural, aproveitando dos recursos naturais . Conseguiam extrair da terra quase tudo necessário para o sustento de todos na Vila, alem de desenvolverem a mais eficaz medicina alternativa, unica utilizada no local.
    E assim passavam os dias, vivendo cada momento como se fosse único, e era mesmo, davam de presente para si mesmos o próprio presente. O descanso era algo sagrado, respeitado por todos, diziam que só descansa quem cansa e cansa quem trabalha, portanto é merecedor desse momento! Faziam a cesta ali mesmo, ao lado seus instrumentos de trabalho, sob a sobra de frescas arvores, escutando o som dos pássaros, se reenergizam para o próximo turno.